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domingo, 14 de agosto de 2011

Tv paga-Emergentes da nova classe C exigem canais dublados

Culpa da educação-Maioria não consegue ler legendas

O FX é o mais novo canal da TV paga a entrar no time dos que exibem programaçao dublada - segue o caminho aberto por TNT, Telecine Pipoca e Fox. Praticamente toda sua programaçao já pode ser assistida em português, com exceçao de 'Dexter' e 'Spartacus'. Em algumas operadoras, há a opçao de ter o áudio original, em inglês, mas sem legendas. A mudança provocou protestos - assinantes dizem que nao querem filmes e séries dublados, que esta opçao devia ficar para a TV aberta. Via assessoria o FX informa que segue uma tendência do mercado de TV paga. Nota na Keila Jimenez destaca que o canal busca claramente alcançar um novo público da TV por assinatura - a classe C. Cita pesquisa do Data Popular que mostra que 58% da nova classe média brasileira gostam de assistir filmes e séries estrangeiros e 76% optam pelos dublados.
Veja comentários no Twitter:
@akilt: O povo anda com preguiça;
@AndreArruda: Brasil, opção pela mediocridade;
@geraldoprotta: É a "globalização" da tv internacional;
@guimour: Mais um motivo pra não ter sky

Aumento de assinaturas da TV paga está aliado à classe C


O crescimento no número de assinantes de canais por assinatura se deve ao aumento do poder aquisitivo da classe C, afirmou o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, no congresso da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) nesta terça-feira. "Os números mostram que o crescimento na quantidade de assinaturas estão aliados ao aumento do poder aquisitivo da classe C e da população brasileira, em geral", afirmou.Segundo o Estudo Geral de Meio (EGM), divulgado pela Ipsos nesta terça-feira, a ascensão da classe C está levando as operadoras a baratearem os custos. A pesquisa aponta que o fenômeno de penetração dos canais por assinatura representa 31% da entrada na classe C. Os dados mostram que entre os consumidores deste nível social, 41% possuem combo (pacote de tv, telefone e internet) e 11% o pacote com TV e internet.De acordo com o ministro de Comunicações, Paulo Bernardo Silva, o número de assinantes cresceu consideravelmente em 2010 e em 2011 deve ser superado. "Em 2010 foram registradas 2,4 milhões de assinaturas de tv paga. Neste ano, já registramos cerca de 1,4 milhão de assinaturas e as expectativas é de que superemos o ano passado", afirmou. "A população tem um maior poder aquisitivo hoje, o que deve aumentar o número de assinantes".
Contudo, o ministro disse que apesar da tv por assinatura atingir cerca de 11 milhões de residencias no País (cerca de 40 milhões de pessoas), o governo não deve fazer investimentos no setor. "Não vamos fazer investimentos nenhum. O que estamo fazendo são mudanças regulatórias para melhorar a concorrencia e abrir espaços para pequenas empresas entrarem no ramo", disse.Paulo Bernardo afirmou que o governo está dando incentivos para empresários do ramo construírem redes de serviço de tv a cabo."Faremos um regime de incentivo de construções de redes para beneficiar empresários com empresas de serviços de tv a cabo. Com isso fazemos uma parte importante para incentivar. Agora o pessoal é que tem de investir.", disse
Empresas nacionais podem ter isenção de impostos para construção de redes

De acordo com o ministro, com a Lei do Audiovisual (PLC 116, plano que pretende determinar limite de 25% da programação das TV's por assinatura para programação nacional e trazer mudanças nos regulamentos) os valores para construção de redes de fibras ópticas vão baratear. "Queremos estimular a construção de redes e para isso temos um plano de tributação especial que deve ficar pronto até setembro. Vamos tirar PIS e CONFIS, além de outros impostos como IPI, se os equipamentos forem produzidos no Brasil. Com isso podemos baratear a construção das redes e estimular a expansão", afirmou.O ministro disse ainda que a PLC 116 deve ser aprovada até a próxima semana. Segundo ele, com a aprovação o governo deve investir cerca de R$ 300 milhões anuais na área de audiovisual.
A nova classe média brasileira está ganhando cada vez mais espaço no consumo. Com renda média familiar de R$ 2.295 mensais, dos 11 milhões de brasileiros que possuem TV a cabo, 5 milhões pertencem à classe C.Isso significa que, no País, 43% dos brasileiros que possuem TV por assinatura estão enquadrados na nova classe média. É o que aponta o levantamento realizado pelo Instituto Data Popular.A pesquisa mostra ainda que quanto à preferência de programação televisiva, as famílias pertencentes à classe C buscam, em primeiro lugar, informação (74%). Na sequência está o entretenimento (48%), seguido da busca pela distração (44%), companhia (9%) e para ter acesso às fofocas (8%).Entre 2003 e 2011, o número de usuários de TV por assinatura ficou 2,6 vezes maior.WEB - O perfil do internauta da classe C tem como base o jovem, de até 24 anos de idade - somando 51% do total. A predominância é por mulheres (51%). A concentração desse internauta está na região Sudeste, com 51% do total.Em 2010, os adeptos à internet foram responsáveis por massa de renda de R$ 378 bilhões.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Popularização-Público prefere os dublados na TV paga,mas alguns canais não dão opção de escolha

Há menu para todos os gostos, mas a segmentação perde espaço na TV paga, que se consagra como produto de massa, sendo consumida hoje por 37 milhões de brasileiros 

    Alline Dauroiz e Thaís Pinheiro - O Estado de S. Paulo
    Máxima do governo Lula, a frase "nunca antes na história deste País" se encaixa perfeitamente não só nos números crescentes da TV paga no Brasil, mas também no aumento da participação da classe C num negócio antes restrito a camadas mais abastadas. Nova queridinha do mercado, que vê nesse nicho um potencial consumidor, a classe C é hoje metade da população brasileira e finalmente vem sendo paparicada pela TV por assinatura, que por isso tem repensado seu conteúdo, com canais dublados, reprises da TV aberta e pacotes de serviços para lá de atrativos.
    Divulgação
    Divulgação/Peixonauta é a 3ª atração mais vista do Discovery Kids

    Criado em maio do ano passado, o Canal Viva, da Globosat, é prova do afã em atrair esses novos clientes. Feito de reprises da Globo e focado em mulheres casadas e com filhos, com mais de 35 anos, de todas as classes, o canal caiu no gosto da classe C, que já representa 20% de sua audiência. E é sua faixa nobre, às 21 horas, que abarca os programas de maior sucesso, todos humorísticos: Sexo Frágil (com 55% de audiência da classe C), Comédia da Vida Privada (53%) e Sai de Baixo (50%).
    Tratados como nova tendência, os números que constatam o consumo desse público na TV por assinatura ainda são divergentes. Segundo dados da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), se em 2008 a classe C representava 17% da base de assinantes (80% era A/B e 3%, D), em 2010 esse número passou para 21% (com 76% de A/B e 3% de classe D).A presença da classe média na TV paga, porém, pode ser maior. De acordo com pergunta espontânea em pesquisa do Data Popular, instituto especializado no mercado popular brasileiro, a classe C - famílias com renda de 3 a 10 salários mínimos - já faz a maior fatia da TV por assinatura, abocanhando 43% do total (ante 24% da classe A, 26% da classe B e 7% da classe D).Na participação de audiência dos canais segmentados, o número também é expressivo: em 2010, foram 25% da classe C, ante 15,8% em 2007, segundo dados do Ibope.
    "A chegada da classe C na TV paga é coisa pelo que lutávamos há tempos", afirma o presidente da ABTA, Alexandre Annenberg. "Mas ela não podia consumir por causa do preço; e não podíamos baratear, porque, além da alta carga tributária, não tínhamos escala (base de assinantes) suficiente."
    Salve a banda larga. Depois de ganhar mais poder de consumo, ali por 2005/2006, a classe C passou a olhar com mais desejo para a TV paga. Vem dessa época o lançamento da banda larga de alta velocidade no País e a chegada das operadoras de TV ao ramo de telefonia fixa.
    "Passamos então a oferecer combos com os três serviços: TV a cabo, banda larga e telefone, o que atraiu um público ávido por economia", explica o diretor de Produtos e Serviços da Net, Márcio Carvalho.
    Hoje, com renda mais estável, esse público ainda tem suas preferências pouco exploradas, mas já denuncia que, mais do que economia, persegue conteúdo e qualidade de imagem - entre o 1.º e o 3.º trimestre de 2010, houve crescimento de 47% nas vendas de televisão digital a esse público, segundo dados da Telefônica.

    link Babá eletrônica
    Preferência de todas as classes, os infantis lideram o ranking de audiência da TV paga: Discovery Kids em primeiro lugar, Sportv em segundo, Disney Chanel em terceiro, e Cartoon Network em quarto.
    link DubladosCanais de filmes e séries dublados, como o TNT, sempre estiveram no topo do ranking da TV paga. Com a entrada massiva da classe C nesse mercado, outros aderiram à onda, como Telecine Pipoca e Fun, HBO 2, Space e Megapix. Dos que preferem a dublagem, 58% são da classe C; 26% D e E; e 16% A e B, segundo dados do Data Popular.
    link EsportesA categoria ainda se destaca nas classes A e B. Porém, a classe C tem demonstrado interesse no assunto. No Sportv, por exemplo, canal que tem 76% de seu público classe A/B, de 2009 a 2010 houve um crescimento de 19% da classe C.
    link EducaçãoA nova classe média tem interesse em programas educativos. Os infantis entram nessa contagem, assim como documentários. Discovery Channel está entre os líderes de preferência em toda TV paga.
    link JornalismoAinda não caiu totalmente no gosto da classe C, mas esse interesse tem aumentado. A Globo News, por exemplo, tem 15% de audiência desse nicho.
    link CombosGrande incentivadora da entrada da classe C na TV paga, a venda de banda larga de alta velocidade, a partir de 2005, associada à telefonia fixa, a partir de 2006, permitiu que as operadoras formulassem combos mais econômicos e atrativos.
    Opção de escolha de áudio
    Os canais deveriam,em nome da tecnologia,especialmente no caso de séries e filmes,oferecerem ao público a escolhas de ver a atração em português ou em som original + legendas.Infelizmente isso não ocorre.
    A GLOBOSAT lidera o ranking de lançamento de canais somente com dublagem como o MEGAPIX,TELECINE FUN e TELECINE PIPOCA.

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